Archive for the ‘Noticias’ Category

1°Laboratório de Aprendizagem em Inovação Brasil-Alemanha 2011

terça-feira, março 22nd, 2011

convite-lab-de-aprendizagem-em-inovacao-brasil-alemanha-2011

Para visualizar: http://www.rheventos.com.br/brasilalemanha/emkt/20110304_convite.htm

 

Seminário Hispano-Braisleiro de Direito Biomédico

quinta-feira, abril 22nd, 2010

Dentro das comemorações dos 60 anos da Faculdade Mineira de Direito, a PUC Minas organizará, em parceria com a Universidade de Deusto (Espanha), o Seminário Hispano-Brasileiro de Direito Biomédico, com patrocínio da OABMG. Aproveitando a vinda do Prof. Carlos María Romeo Casabona, que receberá da PUC Minas o título de Doutor Honoris Causa em cerimônia a se realizar no dia 28 de maio, a Profa. Maria de Fátima Freire de Sá está organizando o evento que propiciará a discussão de temas atuais na área do Biodireito, conforme se vê na programação.

As vagas são limitadas e o valor da inscrição é R$30. Será fornecido certificado de 12h para os participantes que atingirem 75% de presença. 

As inscrições podem ser feitas no link abaixo:

http://www.sistemas.pucminas.br/gpi/SilverStream/Pages/pg_INSC_ProcessosAtivos.html?seqProcesso=2442

* Para maiores informações sobre inscrição e demais eventos de 60 anos da Faculdade Mineira de Direito, acesse www.twitter.com/60anosFMD

Empresas da Região Emilia-Romagna procuram oportunidades no Brasil

quinta-feira, março 18th, 2010

Com o objetivo de auxiliar a cooperação bilateral Itália/Brasil e o relacionamento entre os empresários, a Câmara Italiana de Minas Gerais oferece a possibilidade de realização de encontros de negócios gratuitos com seis empresas da região italiana da Emilia-Romagna. As empresas, dos mais diversos setores, estarão em Belo Horizonte entre os dias 22 e 23 de abril e procuram importadores, distribuidores e parceriais industriais.

A Emilia-Romagna é uma região situada ao norte da Itália, com mais de quatro milhões de habitantes, cuja capital é Bologna. É considerada uma das regiões mais ricas da Europa, atraindo imigrantes de diversas partes do mundo. A economia é muito desenvolvida, se destacando pincipamente no setor industrial.

Agende o seu encontro!

Para mais informações entre em contato com Assessoria Internacional da SECTES.

e-mail: mateus.alvim@tecnologia.mg.gov.br

 

BOLSAS DE ESTUDOS Espanha

terça-feira, fevereiro 23rd, 2010

A Universidade de Valladolid, com o patrocínio do Banco Santander, lança edital para 27 bolsas de estudos de Mestrado Universitário Oficial, para os anos acadêmicos de 2010/2011, destinadas a estudantes de países Iberoamericanos e Ásia (com nacionalidade e residência, preferencialmente no Brasil e na Índia).

Serão priorizadas as solicitações de candidatos que não estejam realizando estudos na Espanha no momento da solicitação.

Para maiores informações e acesso ao edital, acesse o link:

http://www.relint.uva.es/Registro/santander/convocatoria.asp 

 

A DIMINUIÇÃO DAS EMISSÕES DEVERÃO TER COMO META 2020

sexta-feira, dezembro 18th, 2009

O acordo da Conferência de Copenhague se chamará “Acordo de Copenhague” e já começa a tomar forma. Ontem, foi elaborado entre os observadores, a imprensa e a presidência dinamarquesa um rascunho do documento, ainda cheio de espaços em branco onde deverá haver cifras, o que ressalta dificuldades na negociação do acordo. O documento apóia a diminuição do envio de gases de efeito estufa para atmosfera o mais breve possível, contudo, estabelece como “teto” o ano de 2020. Reconhece também que o marco temporal para que os países em desenvolvimento cumpram a meta será maior – espera-se que no ano de 2050 tenha-se conseguido diminuir em 50% as emissões, tomando como base os valores de 1990.

Fonte: El País - http://www.elpais.com/articulo/sociedad/emisiones/deberan/tocar/techo/2020/elpepusoc/20091209elpepusoc_1/Tes

Líderes ibero-americanos fecham acordo sobre desenvolvimento tecnológico

quarta-feira, dezembro 2nd, 2009

Estoril (Portugal), 1 dez (EFE).- Os líderes de Estado de América Latina, Espanha e Portugal acordaram na 19ª Cúpula Ibero-Americana, que terminou hoje na cidade portuguesa de Estoril, promover o desenvolvimento científico e tecnológico para superar os efeitos da crise financeira e melhorar a qualidade de vida na região.

A Declaração de Lisboa, assinada hoje pelos líderes, centrada no tema principal da cúpula - inovação e conhecimento - considera que ambos são instrumentos fundamentais para “erradicar a pobreza, combater a fome e melhorar a saúde”.

O documento pede que os Governos fortaleçam as instituições nacionais ligadas à inovação e a promover a cooperação solidária entre os países da região.

Para isso, promoverão a criação de “um novo e ambicioso programa cuja definição estará a cargo de um grupo de trabalho de responsáveis governamentais de cada país, coordenado pela Secretaria-Geral Ibero-Americana (Segib)”.

Será um programa “para pesquisa aplicada e inovação tecnológica, inclusivo e aberto a todos os países, complementar dos programas existentes e estreitamente articulado com os mesmos”.

A declaração final não menciona o Programa Região Ibero-Americana Inova, dirigido a reforçar a cooperação em matéria de pesquisa aplicada e inovação tecnológica entre as empresas da comunidade, devido à oposição da Venezuela, segundo fontes da Segib.

O documento inclui também o objetivo de potencializar a formação de “talento e recursos humanos” em inovação científica e tecnológica, “procurando atrair mais jovens às corridas científicas”.

Aposta também por desenvolver estratégias de fomento “da inserção laboral”, incluindo o emprego das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) “para a geração de trabalho digno”.

Os líderes acordaram impulsionar medidas com o objetivo de universalizar o acesso às TICs e o desenvolvimento de conteúdos digitais através de programas de alfabetização digital e tecnológica.

Também pedem a criação de condições propicias para proporcionar recursos destinados a fomentar “a inovação nas pequenas e médias empresas”.

O documento destaca o papel essencial “do Estado para encorajar e coordenar ações e políticas de inovação no âmbito econômico e social”, além de ressaltar a importância da inovação, do conhecimento e da transferência de tecnologia para enfrentar a mudança climática.

Neste sentido propõe “participação ativa e coordenada” na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que acontecerá em Copenhague, de 7 a 18 de dezembro. EFE

Fonte: G1

CUMBRE DE COPENHAGUE - La UE pide a China más esfuerzos para luchar contra el cambio climático

terça-feira, dezembro 1st, 2009

“No podemos resolver el desafío que supone el cambio climático para la humanidad si China no asume un papel de liderazgo”, avisa la UE

A Unión Europea (UE) ha pedido hoy a China que realice más esfuerzos para luchar contra el calentamiento del planeta, a pocos días de la cumbre del clima que tendrá lugar a partir del próximo 7 de diciembre en Copenhagen. “No podemos resolver el desafío que supone el cambio climático para la humanidad si China no asume un papel de liderazgo y responsabilidad”, dijo el primer ministro sueco, Fredrik Reinfeldt, en su papel de presidente rotatorio de la UE. “Hasta ahora creemos que los esfuerzos globales puestos sobre la mesa para mitigar los efectos [de los gases de efecto invernadero] no son suficientes”, aseguró en el marco de la cumbre UE-China, celebrada en Nanjing, capital de la provincia costera de Jiangsu, informa France Press.

 El Gobierno chino anunció el jueves pasado un importante plan de eficiencia energética para reducir entre un 40% y un 45% la cantidad de emisiones de CO2 por unidad de PIB (productor interior bruto) entre 2005 y 2020. El compromiso de Pekín no significa que vaya a recortar el total de las emisiones en ese plazo, ya que al estar ligadas al avance de su economía, y debido al rápido desarrollo del país, seguirán aumentando, aunque a menor ritmo. Estados Unidos presentó también la semana pasada su programa, según el cual pretende disminuir un 17% la expulsión de CO2 a la atmósfera en el mismo periodo, un 30% para 2025, y un 83% para 2050.

Bruselas ha saludado ambos planes, pero lo parecen insuficientes. La UE ha ofrecido rebajar un 20% las emisiones respecto a 1990, y ha dicho que elevará la cifra al 30% si se logra un acuerdo internacional ambicioso. Reinfeldt eludió criticar directamente el plan chino, aunque, el domingo pasado, el presidente de la Comisión Europea, José Manuel Durão Barroso, dijo que han instado a Pekín a que explore “los límites exteriores” de su propuesta. “Todo el mundo tiene buenas razones para no hacer más, pero, al final, si nos concentramos sólo en las razones para no hacer más, no tendremos éxito”, declaró.

El primer ministro chino, Wen Jiabao, que acudirá a la capital danesa, defendió la propuesta de Pekín, que, según afirmó, supone “una importante contribución a los esfuerzos globales” contra el cambio climático. Pekín ha dejado claro repetidas veces que la principal responsabilidad en la lucha contra el calentamiento global corresponde a los países ricos, ya que han sido estos los principales causantes de la subida de la temperatura del planeta.

Y así lo volvieron a reiterar un grupo de naciones en vías de desarrollo durante una reunión celebrada el fin de semana pasado en la capital china. Los participantes, pertenecientes, entre otros, a China, India, Suráfrica y Brasil, acordaron pedir “a los países desarrollados que asuman su responsabilidad con objetivos cuantificados de reducción de emisiones”, según informó el Diario del Pueblo, órgano oficial del Partido Comunista Chino. También insistieron en que Occidente debe financiar y proporcionar ayuda tecnológica a los países más pobres para luchar contra el cambio climático.

Ante la llamada europea para que Pekín aprecie su moneda, Wen volvió a dar un pase de pecho, como hizo durante la reciente visita del presidente estadounidense, Barack Obama, y dijo que “mantener la estabilidad de la tasa de cambio del renminbi [o yuan] es crítico para la estabilidad de la economía china”. Tanto Europa como Estados Unidos creen que la infravaloración artificial de la divisa asiática perjudica a sus empresas exportadoras. Wen argumentó que las peticiones occidentales de apreciación del yuan son “injustas”, porque “al mismo tiempo algunos países están imponiendo medidas proteccionistas contra el comercio chino, lo que es injusto y limita el desarrollo de China”.

Fonte: El País.

Irán se aferra a una alianza con Suramérica - El régimen iraní, cuestionado en su país y casi aislado del mundo por el programa nuclear, busca en Brasil, Bolivia y Venezuela nuevos socios políticos y comerciales

segunda-feira, novembro 23rd, 2009

La llegada hoy a Brasil del presidente de Irán, Mahmud Ahmadineyad, es una arriesgada operación diplomática del presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que intenta reforzar su papel como protagonista internacional y ofrecerse como posible mediador, tanto en el conflicto de Oriente Próximo como en el que suscitan los planes nucleares de Teherán, pero que puede quedar en una difícil posición si la visita acaba en un completo fiasco. Ésta se produce pocos días después de que Irán haya ignorado la propuesta de la comunidad internacional para que realice las operaciones de enriquecimiento de su uranio en un tercer país y no en instalaciones propias.

Irán busca desesperadamente apoyos internacionales, que sean comprensivos con su política nuclear y, sobre todo, socios comerciales que le permitan esquivar las consecuencias del estrecho marcaje que sufren todas sus operaciones financieras en el exterior: más de 80 grandes bancos internacionales en todo el mundo han dejado de hacer negocios con bancos iraníes en los últimos años.

En ese sentido, América Latina se ha convertido en el escenario de un importante esfuerzo de penetración diplomática iraní, aunque limitado hasta ahora a un pequeño grupo de países liderados por Venezuela, socio de Irán en la OPEP. A través de Caracas, Teherán ha conseguido estrechar lazos con Nicaragua, Bolivia y Ecuador. El presidente venezolano, Hugo Chávez, se ha entrevistado en 11 ocasiones con su colega iraní y ha visitado Teherán siete veces desde 1999. En 2008, fueron los presidentes de Bolivia, Evo Morales, y de Ecuador, Rafael Correa, quienes se desplazaron a Teherán. Con Argentina, por el contrario, las relaciones están cortadas por la negativa de Irán a entregar a varios funcionarios sospechosos de haber participado en el atentado contra una asociación mutual israelí, en Buenos Aires, que les costó la vida a 85 personas en 1994.

En conjunto, Irán ha firmado más de 150 acuerdos con Venezuela, Bolivia y Ecuador, e incluso se ha constituido en observador, simbólico, en el ALBA (Alternativa Bolivariana para América).

Ninguno de estos viajes y acuerdos había despertado tanta inquietud como la gira que comienza hoy. Brasil es un país muy diferente y plantea un escenario distinto. Así lo ha entendido Israel, que se apresuró a enviar a Brasil a Simón Peres hace 10 días. El presidente israelí, que viajaba a América Latina por primera vez en los últimos 20 años, se entrevistó con Lula para expresarle su preocupación por lo que Tel Aviv considera una postura “excesivamente contemporizadora” con respecto a Irán.

Peres se dio por enterado del deseo de Brasil de tener un papel en las negociaciones de Oriente Próximo, algo que Brasilia considera imprescindible para poder optar, llegado el momento, a un asiento en el Consejo de Seguridad de la ONU. El presidente israelí se mostró conciliador e invitó públicamente a Lula a sumarse a los esfuerzos para la paz. Incluso se felicitó de que el presidente de la Autoridad Nacional Palestina, Mahmud Abbas, fuera a visitar Brasilia (lo que ocurrió pocos días después). Pero aprovechó una reunión en el Congreso brasileño para dejar claro lo que pensaba de la presencia del presidente iraní: “Ahmadineyad”, dijo, “es una amenaza para la paz” y un enemigo declarado de Israel.

La preocupación de Israel por la presencia iraní en América Latina se dejó sentir también durante su visita a Buenos Aires, un terreno mucho más abonado ya que la ciudad cuenta con la tercera población judía más importante del mundo fuera de Israel. Peres intentó, sin mucho éxito, que la presidenta Cristina Fernández presionara a Hugo Chávez para que corte esos crecientes lazos de amistad. La respuesta fue seca: “Argentina no permite que nadie elija a sus amigos ni tampoco pretende elegir los amigos de nadie”, declaró la presidenta.

Lula, por su parte, ha mantenido que la peor manera de tratar el problema nuclear de Irán es aislar a ese país y a sus dirigentes. “Creemos que es mucho más importante mantener un diálogo con Irán que simplemente decir no, dejándolo estigmatizado y aislado”, declaró a Reuters Marco Aurelio García, uno de sus principales asesores en política internacional. Interrogado por un periodista israelí durante la visita de Peres, Lula insistió en esa postura conciliadora: “Uno no construye la paz necesaria en Oriente Próximo si no conversa con todas las fuerzas políticas y religiosas que quieren la paz, o que se oponen a la paz”. Y a otro que le recordó que Ahmadineyad ha negado el Holocausto, Lula le pidió no entrar a discutir frases ni palabras. Fuentes diplomáticas han sugerido, sin embargo, que se ha pedido a Ahmadineyad que modere su lenguaje y eluda toda nueva referencia al tema.

Brasil tiene una posición peculiar en el asunto de la energía nuclear porque desarrolla un programa propio de tecnología atómica, con fines pacíficos, e incluso se dispone a fabricar, con ayuda francesa, un submarino de propulsión nuclear. En 2004, Brasilia se negó a que la Organismo Internacional de la Energía Atómica (OIEA) inspeccionara su planta de enriquecimiento de uranio en Resende, pero su postura no planteó recelos porque la Constitución brasileña prohíbe fabricar o tener armas nucleares, porque el país ha firmado todos los acuerdos internacionales al respecto y porque la comunidad internacional no tiene dudas sobre su voluntad pacífica.

La mayor inquietud sobre la visita de Ahmadineyad a Brasil la suscita la posible reacción de EE UU. Washington ha mantenido siempre una actitud vigilante sobre la presencia iraní en América Latina, que algunos senadores estadounidenses han llegado a calificar de “infiltración”, y nunca ha ocultado su disgusto por esa presencia, aunque todavía pueda ser valorada como pequeña.

La entrada en liza de Brasil, una enorme potencia en todos los sentidos, cambia por completo el mapa. Tal vez por eso, fuentes brasileñas se apresuraron a adelantar que la visita de Ahmadineyad cuenta con el visto bueno expreso del presidente Barack Obama, dispuesto a que Brasil intente abrir una vía de diálogo. Todo el riesgo corre de parte brasileña. El terreno elegido para su estreno como mediador en el concierto internacional (no sólo latinoamericano) es extraordinariamente difícil. Y si no obtiene ningún guiño iraní, resultará más fácil pedirle en el futuro que rebaje el nivel de tolerancia demostrado hasta ahora con Teherán.

 Fonte: El País

EE UU y China hacen fracasar Copenhague

segunda-feira, novembro 16th, 2009

Los dos países más contaminantes no logran sellar un acuerdo para la cumbre del cambio climático.- Obama y Medvédev mantienen la unidad frente a Irán

Estados Unidos y China, los mayores contaminantes del mundo, han hecho oficial el fracaso de la conferencia del clima que se celebrará el mes próximo en Copenhague. Los líderes de ambos países, apoyados por algunas de las principales naciones emergentes del mundo, han comunicado este domingo en Singapur al Gobierno de Dinamarca que no será posible conseguir en esa ocasión un acuerdo vinculante que permita la reducción de emisiones de dióxido de carbono.

  

Fonte: El País. http://www.elpais.com/articulo/internacional/EE/UU/China/hacen/fracasar/Copenhague/elpepuint/20091115elpepuint_8/Tes

PROGRAMA OSEO/FINEP - Programa de inovação entre Brasil e França

quarta-feira, novembro 11th, 2009

Estão abertas as inscrições para o Programa OSEO/FINEP, que vai selecionar projetos de inovação desenvolvidos em parceria por empresas brasileiras e francesas.
 
Os projetos devem ser complementares e desenvolvidos por uma empresa nacional e uma francesa. As propostas devem ser apresentadas às duas agências – escrita em francês para a OSEO e em português para a FINEP.

Prazo para inscrição: 15 de janeiro de 2010. As propostas deverão ser apresentadas em formulário eletrônico específico que será disponibilizado em breve.

Condições para participação:

- Os projetos deverão contemplar o desenvolvimento de produtos inovadores que atendam a uma necessidade imediata do mercado.

- Centros de pesquisas, universidades e empresas de outros países poderão integrar o projeto na qualidade de participantes, excluída a possibilidade de figurarem como proponentes do projeto. 

Recurso:

O montante de recursos só será definido em 2010, após a seleção das propostas.

 

Acesse o edital completo aqui.

 http://www.finep.gov.br//imprensa/noticia.asp?cod_noticia=2030

Fonte: FINEP